Fibra de carbono – Duroline e Vipal anunciam construção

A DurolineTec, empresa coligada à Duroline SA e ao Grupo Vipal, anunciou a construção de uma planta industrial para a fabricação de fibra de carbono e seus materiais compósitos no Brasil. A nova planta industrial, baseada em Camaçari (BA), será a primeira do gênero no Hemisfério Sul. O objetivo da empresa será suprir com estas fibras de alta performance as necessidades dos setores aeronáutico, automobilístico, geração de energia eólica, óleo e gás, construção civil, esportivo e industrial.
Segundo Carlos Mazzocchi, presidente da Duroline, está será seguramente uma das mais avançadas fábricas de fibra de carbono do mundo. “São investimentos como este, em alta tecnologia, que contribuirão para o desenvolvimento sustentável do Brasil, em sintonia com os países mais desenvolvidos. A DurolineTec é pioneira no País, uma vez que não há em território nacional nenhuma indústria brasileira que detenha essa tecnologia”, destaca.
“Este investimento demonstra o comprometimento de nossas empresas com o desenvolvimento tecnológico do Brasil e do estado da Bahia  e ratifica o nosso interesse em fazer parte, de forma ativa, da evolução pela qual o nosso país está passando”, destaca Arlindo Paludo, presidente do Grupo Vipal.
“Com sede em Camaçari (BA), em uma área inicial de 270.000 m2, a nova planta com capacidade de produção de 1.500 t/a de Fibra de Carbono na primeira etapa, e Plano Diretor para até 15.000 t/ano,  adicionalmente irá possibilitar a criação de um pólo de novas empresas para a fabricação de produtos derivados da fibra de carbono e seus compósitos”, ressalta João Carlos Paludo, vice-presidente do Grupo Vipal.
A assessoria financeira e a captação de recursos estão a cargo do Banco do Brasil. “Um projeto dessa envergadura exige parceiros igualmente representativos. Além do Banco do Brasil, contamos ainda com o apoio de empresas com extensa experiência internacional na implantação de indústrias de alta tecnologia e amplamente reconhecidas em suas áreas de atuação”, afirma Carlos Mazzocchi.