ANCEL PRESENTE NA ECO-COMPOSITES – FRANÇA

Dr. Cristiano Alves - ANCEL TECNOLOGIA EM COMPÓSITOS

Dr. Cristiano Alves (ANCEL) – Fibras naturais

Dr. Cristiano Alves(dir.) – Fibras naturais – Mesa redonda

A ANCEL TECNOLOGIA EM COMPÓSITOS participou de importante evento mundial do mercado de compósitos. A ECO-COMPÓSITOS que aconteceu nesta semana na França que tem como objetivo trazer soluções e inovações sustentáveis para o mercado de compósitos. A ANCEL esta representada pelo Dr. Cristiano Alves design e doutorado em fibras naturais, que leva tecnologia desenvolvida no Brasil para a Europa. As novidades desenvolvidas após anos de pesquisa são a utilização de fibras naturais com resinas de poliéster para a fabricação de diversas peças, em seu trabalho Dr. Cristiano traz um vasto estudo sobre todas as propriedades das fibras naturais e ensaios que mostram que muitas peças que hoje são fabricadas em fibra de vidro, poderão num futuro próximo serem substituídas por fibras naturais sem nenhum problema. O meio ambiente agradece! Dr. Cristiano tem desenvolvido um importante trabalho na ANCEL e todos nós nos orgulhamos disso!

ANCEL CONQUISTA O PRÊMIO DUPONT DE SEGURANÇA

Prêmio Dupont

Prêmio Dupont

 

 

 

 

 

No dia 24 de novembro em um dos buffet mais badalados da Oscar Freire em São Paulo aconteceu a entrega do prêmio “DUPONT DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO”. O evento contou com várias autoridades, empresas participantes, distribuídores de produtos DUPONT, revistas especializadas e toda a diretoria da Dupont Brasil. O prêmio foi divido em 4 categorias e contemplou as empresas que tiveram seus “cases” selecionados para a grande finale! A comissão julgadora composta por várias pessoas do segmento usaram como critério de avaliação empresas que implantaram com sucesso algum produto de segurança fabricado pela DUPONT que junto com revistas especializadas chegaram aos vencedores. A ANCEL TECNOLOGIA EM COMPÓSITOS LTDA, participou na categoria química com o excelente trabalho realizado pelo Técnico de Segurança Marcos Fortunato, na implantação do macacão de tyvek conquistando o 3º lugar. No evento o Sr. Marcos foi acompanhado pelo diretor comercial da ANCEL o Sr. Gustavo Kemerer, que destacou o bom trabalho realizado pelo técnico de segurança e o que isso significa para a empresa – “O prêmo foi um reconhecimento do trabalho realizado pelo Marcos e o comprometimento de toda a equipe ANCEL em se tornar um referência na fabricação de peças em compósitos no Brasil, Parabéns a todos!”

“Mizumo lança ETE personalizada para o “Minha Casa Minha Vida” 07/04/2011

A empresa anuncia o lançamento do Mizumo Customer, composto de estações compactas para o tratamento de esgoto doméstico das unidades habitacionais destinadas ao programa do Governo Federal. O reúso pode ser contemplado na solução. 

A Mizumo – unidade de negócios do Grupo Jacto e referência em estações compactas para tratamento de esgoto sanitário (ETEs) – acaba de lançar a solução Mizumo Customer, que eneficia as unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, criado pelo Governo Federal. A apresentação desse sistema ocorreu durante a Feicon Batimat 2011, Salão Internacional da Construção, realizada de 15 a 19 de março, no Anhembi (SP).

O Mizumo Customer é recomendado para tratar o esgoto sanitário de projetos especiais e, além de beneficiar as unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida, é indicado para outros empreendimentos, dentre eles, pequenas comunidades, bairros planejados, vilas e povoados rurais, bem como as concessionárias de serviços de saneamento ambiental públicas e privadas. O lançamento também é apropriado para as obras que serão realizadas no Brasil para a Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

A solução pode atender a uma população equivalente a 20 mil habitantes, ou seja, uma vazão de até 35 litros de esgoto/segundo – a possibilidade de atender vazões superiores será analisada, caso a caso, pela equipe de engenharia de aplicação da Mizumo.

Quando necessário, a empresa indica também os equipamentos periféricos, dentre eles, Estação Elevatória de Esgoto (EEE), gradeamentos mecanizados, sistemas de difusão de ar, geradores de energia, filtros, queimadores de biogás, controle/automação, desinfecção por cloro e ultravioleta.

A flexibilidade industrial e o domínio de tecnologias permitem à empresa desenvolver ETEs únicas, inteiramente adequadas às necessidades de cada empreendimento e com padrão de produção que garante rapidez na implantação do sistema. “Cada caso é estudado pela equipe de engenheiros da Mizumo, porém é possível ter estações compactas em funcionamento nas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida entre um e nove meses, dependendo do porte do empreendimento e do tempo de execução das obras de infraestrutura necessárias”, explica Giovani Toledo, gestor da unidade de negócios Mizumo.

Eficiência para reúso

O Mizumo Customer é robusto, tem baixo custo operacional, garantia, suporte técnico e traz vantagens ambientais: a água tratada tem qualidade e eficiência para ser reutilizada em fins não potáveis ou retornar sem riscos à natureza. Além disso, requer pouco espaço físico para instalação: de 0,5 a 2,0 m²/m³ de esgoto/dia.

“Temos uma ótima expectativa com esta solução, até porque a construção sustentável está no seu melhor momento, sendo impulsionada pelo aumento dos investimentos em habitação e por exigências mais rigorosas em questões ligadas ao meio ambiente. A Mizumo tem know-how e competência para atender com eficiência a esse nicho de mercado”, afirma Toledo.

Fonte: Via Pública Comunicação

Reichhold apresenta nova família de resinas “verdes” 30/03/2011

Empresa também lança na JEC o gelcoat NORPOL® CPG

De olho na questão ambiental desde os anos 70 – foi uma das primeiras a desenvolver polímeros termofixos cuja emissão de estireno é baixa -, a Reichhold apresenta na JEC a família de resinas “verdes” ENVIROLITE®. A novidade é fruto de um trabalho quase global, pois envolveu times alocados no Brasil, EUA e Europa, e baseia-se em conceitos-chave como baixo VOC (Compostos Orgânicos Voláteis), fontes renováveis/recicláveis e ausência de estireno.

Além das resinas ENVIROLITE®, a Reichhold lança em Paris o NORPOL® CPG, gelcoat caracterizado pela elevada resistência às intempéries – mínima variação de cor e longa manutenção do brilho -, baixa emissão de VOC e excelente robustez no momento da aplicação.

Fonte: SLEA Comunicação           

AkzoNobel divulga aceleradores mais ecológicos 30/03/2011

Restrições ambientais levam empresa a eliminar ou reduzir o uso do cobalto na série Nouryact®

O estande da AkzoNobel na JEC traz como principal chamariz uma nova geração de aceleradores para termofixos. Trata-se do Nouryact®, série que contempla produtos livres ou com baixos teores de cobalto. Marcelo Bomk, gerente de contas da AkzoNobel na América do Sul, explica que, na Europa, em breve o cobalto passará a sofrer restrições de cunho ambiental. “Diante disso, decidimos nos antecipar e lançar essa nova família de produtos”. Bomk avisa que o Nouryact® estará à disposição dos fabricantes de resinas e transformadores brasileiros, potenciais clientes desses aceleradores especiais.

Fonte: SLEA Comunicação

Chinesa anuncia compra de fábrica de fibra de vidro no Brasil

A estatal chinesa CPIC (Chongqing Polycomp International Corporation) confirmou ontem um acordo para a compra da fábrica Capivari Fibras de Vidro, pertencente à empresa norte-americana Owens Corning.

O negócio, de US$ 59,5 milhões, ainda precisa ser aprovado por autoridades chinesas e brasileiras.

Localizada em Capivari (interior de SP), a fábrica é parte de um processo no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Em 2008, o órgão, ligado ao Ministério da Justiça, avaliou que a aquisição da fábrica levaria a Owens a ter o quase monopólio da fibra de vidro no Brasil, o que é proibido.

A empresa tem outra unidade em Rio Claro (SP). Somadas, as duas fábricas representam 92% da produção de fibra de vidro no Brasil.

A CPIC tem um patrimônio de US$ 1,14 bilhão.

Cotações dos insumos das resinas termofixas seguem em alta

Relação desequilibrada entre oferta e demanda impulsiona os preços de toda a cadeia

As cotações internacionais dos insumos usados na fabricação das resinas termofixas continuam atravessando um ciclo de alta. Como o Brasil não exerce qualquer tipo de influência nesse movimento – ou seja, não atua como formador de preços – é sistematicamente impactado pelas variações apresentadas no exterior.
         Vale ressaltar que, com a eclosão da crise econômica no final de 2008, os principais fornecedores globais da cadeia petroquímica reduziram drasticamente as suas capacidades instaladas. Com a retomada da economia, a demanda mostrou-se maior do que a esperada, ultrapassando a nova capacidade desses fornecedores. Assim, desequilibrada a relação entre oferta e demanda, os preços passaram a subir constantemente.
         Apenas a título de ilustração: os preços globais do benzeno, insumo que dá origem a produtos como monômero de estireno e epóxi, subiram nada menos do que 17% em janeiro – tendência que deve permanecer ao longo de boa parte do ano, atestam os especialistas.
         Diante do exposto, a Ashland foi obrigada a efetuar repasses entre 7% e 9%, conforme a família de produtos, em 01/02/2011.

Fonte: SLEA Comunicação

Fibra de carbono – Duroline e Vipal anunciam construção

A DurolineTec, empresa coligada à Duroline SA e ao Grupo Vipal, anunciou a construção de uma planta industrial para a fabricação de fibra de carbono e seus materiais compósitos no Brasil. A nova planta industrial, baseada em Camaçari (BA), será a primeira do gênero no Hemisfério Sul. O objetivo da empresa será suprir com estas fibras de alta performance as necessidades dos setores aeronáutico, automobilístico, geração de energia eólica, óleo e gás, construção civil, esportivo e industrial.
Segundo Carlos Mazzocchi, presidente da Duroline, está será seguramente uma das mais avançadas fábricas de fibra de carbono do mundo. “São investimentos como este, em alta tecnologia, que contribuirão para o desenvolvimento sustentável do Brasil, em sintonia com os países mais desenvolvidos. A DurolineTec é pioneira no País, uma vez que não há em território nacional nenhuma indústria brasileira que detenha essa tecnologia”, destaca.
“Este investimento demonstra o comprometimento de nossas empresas com o desenvolvimento tecnológico do Brasil e do estado da Bahia  e ratifica o nosso interesse em fazer parte, de forma ativa, da evolução pela qual o nosso país está passando”, destaca Arlindo Paludo, presidente do Grupo Vipal.
“Com sede em Camaçari (BA), em uma área inicial de 270.000 m2, a nova planta com capacidade de produção de 1.500 t/a de Fibra de Carbono na primeira etapa, e Plano Diretor para até 15.000 t/ano,  adicionalmente irá possibilitar a criação de um pólo de novas empresas para a fabricação de produtos derivados da fibra de carbono e seus compósitos”, ressalta João Carlos Paludo, vice-presidente do Grupo Vipal.
A assessoria financeira e a captação de recursos estão a cargo do Banco do Brasil. “Um projeto dessa envergadura exige parceiros igualmente representativos. Além do Banco do Brasil, contamos ainda com o apoio de empresas com extensa experiência internacional na implantação de indústrias de alta tecnologia e amplamente reconhecidas em suas áreas de atuação”, afirma Carlos Mazzocchi.

Greenpeace faz protesto no Congresso Nacional

Protesto congresso nacional

Protesto

Greenpeace faz protesto no Congresso Nacional

Wagner Freire – Jornal da Energia – 24/02/2011

Manifestantes exigem que a Lei de Renováveis seja recolocada em pauta; quatro pessoas foram detidas. Por volta das nove horas da manhã desta quinta-feira (24/02), cerca de 20 ativistas do Greenpeace se reuniram na frente do Congresso Nacional, em Brasília, para exigir que o Projeto de Lei das Fontes Renováveis de Energia seja colocado em votação. O PL 603/2003, que reúne 19 projetos ligados ao tema, visa, entre outras medidas, constituir um fundo especial para financiar pesquisas e fomentar a produção de energia limpa no País. Porém, o projeto, de autoria do deputado Fernando Ferro (PT-PE), está paralisado desde 2009 na Câmara.

Segundo o Greenpeace, um grupo de dez pessoas se organizou ao lado da cúpula da Câmara dos Deputados e instalou uma torre eólica inflável de 25 metros para chamar a atenção dos parlamentares e do público. Os ativistas se mantiveram no local por cerca de duas horas. A organização não-governamental afirma que quatro pessoas foram detidas na sede da Polícia Legislativa do Senado, tendo sido liberadas em seguida. A ONG ainda acusa seguranças de agredirem fotógrafos ligados ao protesto.

 

Para o coordenador da campanha de energia do Greenpeace, Ricardo Baitelo, a manifestação atingiu seu objetivo. “Estávamos lá para representar as energias renováveis, exigindo que o projeto seja colocado novamente em pauta. O objetivo não era a foto perfeita, mas transmitir a mensagem para os parlamentares”, destaca Baitelo.

O coordenador afirma que a proposta em questão criaria um ambiente seguro para encorajar investimentos em geração limpa, como energia eólica, solar, pequenas centrais elétricas (PCHs) e usinas de cogeração a biomassa. Para o Greenpeace, a aprovação do projeto de lei colocará o País em um clico virtuoso que poderia transformá-lo em uma potência no setor de energia renovável no século XXI.

Cade deve nomear pela primeira vez um interventor em empresa

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão ligado ao Ministério da Justiça, deve pela primeira vez na história utilizar uma prerrogativa legal e nomear um interventor em uma empresa. Segundo o conselheiro e presidente interino do órgão, Fernando de Magalhães Furlan, o colegiado deve determinar a intervenção para definir a venda de uma planta da Owens Corning ou da Saint-Gobain no Brasil.

Em 2008, em caso relatado por Furlan, o Cade rejeitou a compra de uma planta da Saint-Gobain em Capivari, no interior de São Paulo, pela Owens, uma empresa norte-americana. O negócio foi realizado em nível mundial, porém, no caso específico do Brasil, a aquisição fazia com que a empresa detivesse mais de 92% do mercado de fibra de vidro no país.

Na ocasião, o Cade havia tentado propor um acordo para aprovar a operação com ressalvas, que não foi aceita pela empresa. “Na ocasião, propusemos que a empresa pedisse à Camex a redução da alíquota de importação do produto no país, permitindo a entrada de novos concorrentes no mercado e reduzindo a concentração. Mas eles não aceitaram”, afirmou Furlan.

As empresas tinham até o dia 1º de fevereiro para apresentarem uma solução para a venda de uma das plantas, como a contratação de um banco de investimento para realizar o negócio. Mas essa condição ainda não foi cumprida, segundo Furlan. “Não é algo que a gente tenha interesse, mas chegou num ponto que não há outra opção. Não queremos fazer a intervenção, que é inédita, pois isso é uma interferência drástica”, disse.

De acordo com Furlan, o Cade pode nomear um interventor por tempo indeterminado, até que seja feita a venda do ativo. Preferencialmente, esse interventor seria algum técnico do próprio Cade.